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domingo, 17 de novembro de 2013

BR-0043 Bico-de-Veludo

Em mais uma grata surpresa, recebi do Blog Clube do Postal essa maravilha da natureza brasileira: o pássaro Bico-de-Veludo. Cientificamente denominado Schistochlamys ruficapillus, é da família Thraupidae, a mesma dos sanhaços, saíras e tiês, entre outros. Granifrugívoro, habita cerrados, caatingas, campos de altitude, campos sujos, jardins e acima da linha de florestas. Eu já tive a satisfação de ver um naturalmente, em área de cerrado do Parque Estadual de Montezuma, com seu mavioso canto.

friend Leó


O selo é o terceiro, de quatro, que recebemos da Série Comemorativa sobre Formigas do Brasil. No caso, a Lava-Pé - Solenopsis saevissima - que desempenha um importante papel no meio ambiente, por ser um dos principais predadores na superfície do solo, pois utiliza outros insetos, vivos ou mortos, para a sua alimentação. Também me lembra muito a região da Serra do Itapety, em Mogi das Cruzes, quando lá morei e volta e meia eu ganhava uma picadas no pé!

sábado, 5 de outubro de 2013

SA-0001 + BR-0040 Nassif House

Mais uma surpresa do Leonardo! Em uma viagem à capital paulista ele visitou o famoso Sebo do Messias (o maior do Brasil!) e lá garimpou um postal exclusivo para mim! De volta ao seu domicílio, postou da também exclusiva Agência Filatélica de Uberlândia, onde veio com os carimbos da própria Agência e o comemorativo dos 125 anos da cidade.

friend Léo
Nassif House é um centro cultural e museu em uma construção histórica na cidade saudita de Jeddah, segunda cidade em população da Arábia Saudita, localizada às margens do Mar Vermelho. Já foi uma das mais ricas cidades do Oriente Médio, na era de ouro islâmica.


O selo, inédito aqui no blog, compõe a Série Comemorativa sobre Formigas, de 2013, no caso, a Formiga-de-Estalo (Odontomachus bauri). Aqui ela aparece em posição de ataque, com as poderosas mandíbulas abertas, que podem se fechar com a velocidade de até 100 km/h! E mais: com a ajuda das mandíbulas, saltam em uma velocidade de até 230 km/h! Merece um selo mesmo!

sábado, 28 de setembro de 2013

BR-0038 Uberlândia II

Aproveitando as comemorações dos 125 anos da cidade de Uberlândia, Minas Gerais, meu caro amigo Leonardo aproveitou a curtíssima estadia do Carimbo Comemorativo na Agência Filatélica e, juntamente com os Selos de Homenagem e dois cartões-postais tradicionais da cidade, montou esses belíssimos Máximos Postais! Parabéns Léo pela iniciativa e obrigado por me regalar! Parabéns Uberlândia!

friend Léo





sexta-feira, 30 de agosto de 2013

BR-0037 Praia Martim de Sá

Surpresa é surpresa, e ninguém pode nos tirar a alegria do momento! Espero que, assim como o meu caro amigo me desejou, vocês apreciem uma das melhores fotos que ele tirou, a tal ponto de virar um verdadeiro cartão-postal! Saiba mais no blog Clube do Postal!

friend Léo

Conheça a Praia Martim de Sá, que se localiza no município de Caraguatatuba, Estado de São Paulo. Com uma extensão de 1,5 km a Praia de Martim de Sá possui uma das melhores estruturas da região tanto a beira mar com quiosques e barracas, como nos diversos bares e restaurantes em seu entorno.  É o point das noites de Caraguatatuba, aonde a turma jovem se reúne. Seu mar é agitado com ondas boas para surf na parte sul e mais calmo e raso na parte norte, próximo ao rio Guaxinduva. Apresenta uma larga faixa de areia clara e fofa.  A região é formada por um bairro bastante urbanizado com muitos prédios, residências e um variado comércio.

Eis a magia da fotografia, que consegue captar um momento único do pôr-do-sol, em um lugar badalado mas que ainda guarda a sua beleza natural; é só aproveitar!


O selo, inédito aqui no blog, compõe a Série Comemorativa sobre Formigas, de 2013, no caso, a Formiga-Tecelã (Camponotus senex textor). As formigas-tecelãs se caracterizam pela construção de ninhos com os fios de seda trançados entre as folhas e galhos de árvores. Os ninhos podem chegar a mais de um metro de comprimento.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

BR-0036 Parque Estadual da Mata Seca

Um projeto que nasceu no coração de um amigo há 5 meses hoje se encerra... Deixaram saudades as belas paisagens das Unidades de Conservação Estaduais de Minas Gerais... A você, que nos acompanhou até aqui, um muito obrigado; ao Leonardo, grande amigo e defensor do Meio Ambiente, um eterno obrigado! Desfrutemos da última postagem dos "Parques de Minas"!

friend Léo

Criado pelo Decreto Estadual nº. 41.479, de 20 de dezembro de 2000, o Parque Estadual da Mata Seca possui uma área total de 10.281,44 hectares, dentro do município norte-mineiro de Manga.

A cobertura vegetal da área, no norte de Minas Gerais, é naturalmente complexa, composta por formações vegetais distintas, dominantemente caducifólias, insere-se na ampla faixa transicional entre os domínios do cerrado e da catinga. Além das formações decíduas, destacam-se florestas perenifólias que recobrem, ainda porções significativas das várzeas dos rios Verde Grande e, principalmente, do rio São Francisco.



Particularmente, eu acho a Barriguda, Cavanillesia arborea, uma das árvores mais belas que conheço. Cada vez mais raras no nosso horizonte, lembro de uma feliz viagem minha de moto entre Curvelo e Itacarambi, onde a pude registrar.


O selo é o 24º e último da série comemorativa dos 350 anos dos Correios, comemorando o ano de 2001, quando os Correios atingiram 100% de presença física nos municípios brasileiros.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

BR-0033 Parque Estadual do Sumidouro

Mais um Parque de Minas Gerais!

friend Léo

O Parque Estadual do Sumidouro está localizado na região de Lagoa Santa, distante 50 quilômetros de Belo Horizonte. A unidade de conservação foi criada na década de 1980, pelo Decreto Estadual nº. 20.375, com o objetivo de preservar o patrimônio cultural e natural existente da região. A vegetação é composta de mata de galeria, cerrado e vegetação rupícola. A flora é formada por espécies como ipê-amarelo, ipê-roxo, moreira, aroeirinha, jatobá-do-campo, gabiroba, manjoba, mutamba, faveiro, dentre outros.

Patrimônio Natural

Com uma área total de mil e trezentos hectares, o Parque Estadual do Sumidouro está inserido na região do carste Lagoa Santa. Possui relevo formado por rochas carbonáticas e com propensões a processos de dissolução em contato com a água. Essas rochas formaram, ao longo de milhões de anos, as cavernas com seus espeleotemas, as surgências e sumidouros, funcionando como uma esponja que é capaz de absorver e drenar a água para córregos e a lagoa denominada de Lagoa do Sumidouro.

Dentre os atrativos turísticos, destacam-se as 52 cavernas cadastradas e cerca de 170 sítios arqueológicos históricos e pré-históricos. Destaca-se também o Poço Azul, uma surgência às margens do rio das Velhas que forma um poço de coloração azulada magnífica e encanta os olhos dos visitantes.

A fauna é igualmente rica e nela encontram-se mico estrela, raposa, tatu galinha, tatu peba, coelho, gambá, veado catingueiro, gato do mato, lontra, tamanduá colete, os répteis jiboia, cascavel, jararaca e as aves codorna, garcinha, biguá, urubu, gavião, irerê, seriema, rolinha, beija-flor, andorinha, pica pau branco, são algumas das espécies representantes desta região.

História pra contar

Foi neste tipo de relevo formado por rochas carbonáticas e com propensões a processos de dissolução em contato com a água, que se formaram, ao longo de milhões de anos, as cavernas com seus espeleotemas, as surgências e sumidouros, funcionando como uma esponja que é capaz de absorver e drenar a água para córregos e a lagoa denominada de Lagoa do Sumidouro. Com aproximadamente 15 Km de perímetro no período de cheias, foi local de abrigo e sobrevivência do Homem de Lagoa Santa, denominação dada por Peter Lund aos humanos que alí viveram há mais de 10.000 anos e que deixaram no abrigo do Sumidouro suas marcas através das pinturas rupestres. Neste local, o pesquisador dinamarquês encontrou evidências da coexistência do homem com a fauna extinta, fato que contribuiu para o surgimento do pensamento evolucionista através de citações de Charles Darwin no livro “A Origem das Espécies” (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), em que discutia  a ideia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural.

Infra-estrutura:

Denominado de "Parque da Memória", o parque Estadual do Sumidouro foi recentemente inaugurado para visitação e possui trilhas interpretativas que abordam diversos aspectos da Unidade de Conservação, com destaque para os Circuitos Sumidouro e Lapinha, bem como a Travessia que une os 02 circuitos, possuindo 3,5 Km de extensão e passa pelo Cruzeiro da Lapinha, mirante onde se vê a Serra do Cipó, a Serra da Piedade, a Serra do Curral, o Aeroporto Internacional e a ocupação norte metropolitana de Belo Horizonte.



O 19º selo da série comemorativa dos 350 anos dos Correios do Brasil traz o ano de 1972, com o início da triagem eletrônica de correspondências e encomendas.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

BR-0032 Parque Estadual da Serra Nova

Ôpa, agora é perto de nós! Mas, pra variar, só conheço de nome...

friend Léo

Criado por Decreto Estadual em 21 de outubro de 2003, o Parque Estadual da Serra Nova localiza-se no município de Rio Pardo de Minas, com área total de 12.658,29 hectares.

A vegetação predominante no Parque são os campos rupestres, possuindo algumas árvores nativas como Jataipeba, Aroeira e Sucupira. Possui alguns pontos de mata fechada e a topografia bastante irregular, composta da Serra Geral e da Serra do Espinhaço, com regiões de grotas, morros e nascentes. O Parque abriga diversas nascentes, entre elas a do Ribeirão São Gonçalo e dos rios Ventania, Suçuarana, Bomba, Ladim e do Córrego da Velha.

Pressionado pela chegada das mineradoras de ferro, foi-se discutida a sua ampliação, mas sem resultados práticos. A região marca o encontro de três biomas brasileiros: Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.


O 15º. selo da série comemorativa pelos 350 anos dos Correios Brasileiros, traz o edifício paulistano dos Correios, inaugurado em 1922. Situado na esquina da Avenida São João com o Vale do Anhangabaú, o local tem reconhecida importância histórica.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

BR-0031 Monumento Natural Estadual Várzea do Lageado e Serra do Raio

Enviado na véspera do meu aniversário, esse postal traz uma das mais novas Unidades de Conservação do Estado de Minas Gerais. Há um documentário no YouTube muito interessante sobre a UC: O Sorriso do Cerrado.

friend Léo

Criado pelo Decreto Estadual nº. 45.614, de 06/06/2011, o Monumento Natural Estadual Várzea do Lageado e Serra do Raio possui 2.199,9754 hectares, distribuídos totalmente no município de Serro, protegendo áreas de significativa importância ecológica e paisagística em Milho Verde. Além de vegetação remanescente do cerrado rupestre e de mata atlântica, a área abriga grande quantidade de nascentes que abastecem as bacias dos rios Araçuaí, Doce e Jequitinhonha.


O 11º selo da Série Comemorativa aos 350 anos dos Correios, de 2013, traz a primeira Central de Linhas de Telégrafo do Brasil. Parabéns Correios, mais uma vez a instituição de maior confiança do público brasileiro!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

BR-0029 Parque Estadual da Serra do Intendente

Pensei que eu iria bater o recorde de postagens mensais em julho, mas não deu... Iniciemos agosto de 2013 com mais uma bela paisagem e Unidade de Conservação mineira! Puxa, não sei se vocês conhecem um campo de sempre-vivas nativo, mas é lindo e inspirador...e cada vez mais raro, pois por não ser vegetação arbórea são facilmente antropizados legal ou ilegalmente, apesar de, às vezes, estarem associados com corpos d'água (leia-se APP).

friend Léo

Criado em 29 de março de 2007, o Parque Estadual da Serra do Intendente possui área de 13.508,83 hectares e está inserido nos Distritos de Tabuleiro e Itacolomi, no município de Conceição do Mato Dentro, entre as coordenadas de 19º43' S e 43 W.

Vários fatores contribuíram para a necessidade de implantação de um parque nesta área do município de Conceição do Mato Dentro. O principal deles foi a demanda da comunidade local junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e ao IEF, através de suas autoridades representativas e das manifestações da opinião pública, em abaixo-assinados enviados aos órgãos de Estado.

Essas demandas foram motivadas pelas ameaças que a área vem sofrendo com as freqüentes queimadas, desmatamento e outras ações predatórias que têm provocado grandes danos à flora e fauna locais, inclusive ameaçando de extinção algumas espécies endêmicas, levantadas em estudos, e contribuindo para o desaparecimento de espécies contidas nas listagens oficiais de "Ameaçadas de Extinção". Outra ação predatória de destaque, causada pela ação antrópica, é a diminuição do volume de todos os cursos d'água encontrados na área e a intermitência de outros que deixam de correr no período mais seco.

Levantamentos e avaliações técnicas realizadas pelo IEF apontaram vários indicativos de qualidade ambiental que justificaram a transformação da área em uma unidade de conservação de proteção integral. Entre eles, destaca-se o estado de conservação da área e a representatividade ecológica.

A área apresenta bom estado de conservação da vegetação que inclui matas de galeria, cerradão e florestas estacionais semideciduais. Essas últimas estão localizadas em áreas de encostas, nascentes d'água, margens de córregos, de extrema importância. A vegetação de campo rupestre está bem conservada e os locais onde ela sofreu desmatamento por incêndios florestais e outros tipos de ações antrópicas (como retirada de material lenhoso e extração de plantas ornamentais) apresentam boas possibilidades de recuperação.

A criação da unidade de conservação reforça o trabalho do Governo do Estado na proteção ao complexo do Espinhaço, reconhecido como Reserva da Biosfera em 2005, pelo programa ‘Homem e Biosfera', da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Parque Estadual da Serra do Intendente, juntamente com o Parque Nacional da Serra do Cipó e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Morro da Pedreira, formam um corredor contínuo de unidades de conservação nas altas terras da Serra do Espinhaço.

Há um grande esforço para preservação da área da Reserva do Espinhaço, que se reflete no crescente número de unidades de conservação criadas pelo Poderes Públicos Federal, Estadual e Municipal. Na esfera estadual, destacam-se os Parques Estaduais do Rio Preto, do Biribiri, do Itacolomi, da Serra Negra, do Grão Mogol e do Pico do Itambé.

O Espinhaço encerra diversas belezas naturais: rios, ribeirões com suas corredeiras, cachoeiras, canions, afloramentos rochosos com suas formas diversas e a riqueza impar em biodiversidade. No caso específico da Serra do Intendente, destaca-se a Cachoeira do Tabuleiro, a maior do Estado, com 273 m de altura, sendo também, a terceira nessa ordem, no País. Também merecem destaque as cachoeiras do Zé Cornicha, do Rabo de Cavalo, da Roda, da Fumaça, do Roncador I e II e, a do Peixe Tolo, localizada no cânion de mesmo nome.

Além destas quedas, centenas de pequenas quedas movimentam os córregos lá existentes com suas piscinas naturais. A presença de corredeiras e piscinas naturais, graças ao relevo acidentado, compõe um cenário de beleza ímpar desta área, que além da flora e fauna exuberantes elevam o potencial turístico da área.


Continuemos nossa saga dos Correios, agora com o sétimo selo da Série Comemorativa dos 350 anos do correio brasileiro. No caso, rememora o ano de 1845, com a instalação das primeiras Caixas de Coleta que, inclusive, já tiveram uma quadra comemorativa em 2011.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

BR-0028 Parque Estadual do Itacolomi

Nada melhor do que abrir a caixa de correio e encontrar um postal mineiro... O Pico do Itacolomi já vi ao vivo, mas ao longe... Obrigado Leonardo, mais uma vez!
friend Léo

O Parque Estadual do Itacolomi, localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto, na região sudeste de Minas Gerais, a 100 quilômetros da Capital. Foi criado em 14 de junho de 1967, pela Lei nº 4.495. A unidade de conservação abriga o Pico do Itacolomi. Com 1.772 metros de altitude, era ponto de referência para os antigos viajantes da Estrada Real que o chamava de “Farol dos Bandeirantes”. A palavra Itacolomi vem da língua tupi e significa “pedra menina”. Os índios viam o pico como o “filhote” da montanha ou “pedra mãe”.

Patrimônio Natural

O Parque possui uma área de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. Abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. Os mais importantes são os córregos do Manso, dos Prazeres, Domingos e do Benedito, o rio Acima e o ribeirão Belchior.

Diversas espécies de animais raros e ameaçados de extinção podem ser encontrados na unidade de conservação, como o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira (ave migratória). Também podem ser vistas espécies de macacos, micos, tatus, pacas, capivaras e gatos mouriscos. Levantamentos identificaram mais de 200 espécies de aves, como jacus, siriemas e beija-flores.

História pra contar

Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais. O patrimônio está preservado, dando ao visitante uma real visão da paisagem contemplada pelos antigos viajantes destes caminhos. No final do século 18, na busca por riquezas, o bandeirante paulista, Antônio Dias, avistou o Pico do Itacolomi, que serviu como ponto de referência, para que outras expedições chegassem ao local com facilidade.

No Parque, a Fazenda São José do Manso é um exemplar da arquitetura colonial deixado pelos bandeirantes em Minas. A Fazenda é tombada pelo IEPHA. Restaurada, a antiga sede da fazenda, a Casa do Bandeirista, é o Centro de Visitantes do Parque foi construída entre 1706 e 1708 e é uma das três amostras da arquitetura paulista em Minas Gerais, considerada por especialistas o primeiro prédio público do Estado, pois servia para cobrança de impostos e vigilância das minas. Foi tombada em 1998.

A Fazenda do Manso foi um polo produtor de chá na primeira metade do século 20. O Museu do Chá abriga o maquinário alemão usado no beneficiamento do chá colhido nas lavouras da fazenda.

Outra atração é a Capela de São José que possui uma Via-Sacra diferente, feita por artistas plásticas ouropretanas que utilizaram materiais colhidos na natureza para sua confecção. Também merecem destaque a Fazenda do Cibrão e as ruínas da Casa de Pedra. A Chácara dos Cintra é outra atração com suas ruínas e um grande portal em pedra sabão.

Infra-estrutura

A sede administrativa do Parque fica na fazenda São José do Manso, local que abrigou, na década de 1930, uma fábrica de chá. Hoje, o Parque possui uma completa infra-estrutura para atender visitantes e pesquisadores com Centro de Visitantes, biblioteca, alojamentos para pesquisadores e funcionários. Algumas das edificações do Parque passaram por recente reforma e novas instalações melhoraram ainda mais a infra-estrutura de apoio a visitantes e pesquisadores. As obras foram realizadas com recursos do Projeto de Proteção da Mata Atlântica de Minas Gerais (Promata/MG).

Visitação:

A visitação é aberta de terça-feira a domingo de 8 às 17 horas. O Parque dispõe de Centro de Visitantes, Museu do Chá e Casa Bandeirista, além de trilhas interpretativas e atrativos naturais. As visitas guiadas ao Pico do Itacolomi devem ser agendadas junto à administração. A área de camping, conta com estrutura de apoio, inclusive restaurante, devendo ser agendada a permanência no camping, pois o número de barracas é limitado.


Sob o Carimbo especial da Agência Filatélica de Uberlândia, eis o 21º selo da Série Comemorativa dos 350 anos dos Correios. No caso, exaltando a participação dos Correios em projetos sociais e ambientais, como por exemplo, a Coleta Seletiva nas Agências e a Coleta de Pilhas e Baterias.

sábado, 20 de julho de 2013

BR-0027 Parque Estadual da Serra do Rola-Moça

O interessante desse parque também é a origem do seu nome, Rola-Moça: originou-se de conto popular e foi imortalizado no poema "A Serra do Rola-Moça" de Mário de Andrade mais tarde musicado por Martinho da Vila em 1987 no disco "Coração de Malandro". O poema conta a história de um casal que após seu casamento atravessou a Serra voltando para casa. O cavalo em que a moça estava pisou em falso no cascalho e a dupla despencou ladeira a baixo e o marido chicoteando seu cavalo partiu ribanceira abaixo atrás da moça e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou" (Wikipédia).

friend Léo

O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma das mais importantes áreas verdes do Estado. Situado na região metropolitana de Belo Horizonte, é o terceiro maior parque em área urbana do país e abriga alguns dos mananciais que abastecem a capital.

O nome do Parque foi contado em "causo" e imortalizado por Mário de Andrade em um poema que relata a história de um casal que, logo após a cerimônia de casamento, cruzou a Serra de volta para casa. No caminho, o cavalo da moça escorregou no cascalho e caiu no fundo do grotão. O marido, desesperado, esporou seu cavalo ribanceira abaixo e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou".

A unidade de conservação está localizada nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho e foi criada em 27 de setembro de 1994, coma publicação do Decreto 36.071.

Patrimônio Natural

Os 3.941,09 hectares do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça são habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção como a onça parda, a jaguatirica, lobo-guará, o gato-do-mato, o macuco e o veado campeiro.

O Parque está situado numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, rico em campos ferruginosos e de altitude.  A vegetação diversificada proporciona ao Parque um colorido especial e um relevo peculiar, sendo encontradas espécies como orquídeas, bromélias, candeias, jacarandá, cedro, jequitibá, arnica e a canela-de-ema, que se tornou o símbolo do Parque. Recentemente descrito pela geologia, o Campo Ferruginoso é muito raro, sendo encontrado apenas em Minas Gerais, no quadrilátero ferrífero, e em Carajás, no Estado do Pará.

O Parque abriga seis importantes mananciais de água - Taboões, Rola-Moça, Bálsamo, Barreiro, Mutuca e Catarina - declarados pelo Governo Estadual como Áreas de Proteção Especial. Eles garantem a qualidade dos recursos hídricos que abastecem parte da população da região metropolitana de Belo Horizonte. Para assegurar a proteção destes mananciais, esta área não está aberta à visitação pública.

Infra-estrutura

Na entrada de Nova Lima, o Parque possui um Centro de Visitantes com auditório, para 90 pessoas, salas para reuniões e para Polícia de Meio Ambiente. Na entrada pelo Barreiro, em Belo Horizonte, há outro Centro de Visitantes com auditório para 60 pessoas, salas da administração, além de residências para funcionários e casa do Grupamento de Polícia de Meio Ambiente.

Visitação:

O Parque não possui área de camping e a visitação deve ser feita no período diurno.


E vamos prosseguindo na história dos 350 anos dos Correios! Eis o 13º da série comemorativa, onde se data 1878, ano da construção do primeiro edifício dos Correios, na cidade do Rio de Janeiro, que funciona até hoje como Agência Central da cidade.

sábado, 13 de julho de 2013

BR-0024 Parque Estadual do Rio Preto

Projeto "Parques de Minas", porque Minas são tantas, Minas são muitas... Obrigado Léo pelo carinho, porque mesmo em terras bandeirantes não deixou de prosseguir com o Projeto!

friend Léo

O Parque Estadual do Rio Preto está localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, distante 70 Km de Diamantina. Foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real, que vai de Parati (RJ) até Diamantina.

A história da unidade de conservação está ligada às lendas e mitos dessa antiga área de mineração. Na área, segundo relatos, se escondiam escravos fugidos que conheciam bem suas matas e rochas por haverem trabalhado na construção da Estrada Real. Muitos conseguiram se safar das perseguições dos capitães-do-mato e se juntar a quilombos no interior da Bahia.

Patrimônio Natural

O Parque Estadual do Rio Preto está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. Possui um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis.

Com uma área total de 12,185 hectares, a unidade de conservação abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Araçuaí, por sua vez afluente do Rio Jequitinhonha. Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, canion e praias fluviais com areias brancas.

Entre os inúmeros atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que permitem aos visitantes observar toda a área da Unidade e do entorno.

A cobertura vegetal do Parque é composta, na maior parte, por cerrado e campos de altitude. São inúmeras as espécies vegetais existentes na área, com destaque para o monjolo, pau pereira, candeia, sucupira, pau d´óleo, peroba, ipê, araticum, carvalho e várias espécies de sempre-vivas.

A fauna é igualmente rica, com a presença de diversas espécies ameaçadas de extinção como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira, o tatu canastra e a jaguatirica.

História pra contar

Em 1991 o Rio Preto foi declarado Rio de Preservação Permanente, concretizando o grande interesse da comunidade de São Gonçalo do Rio Preto. Esta ação culminou na necessidade de proteger sua nascente. Em 01 de junho de 1994, foi publicado o Decreto nº 35.611 que criou oficialmente o Parque Estadual do Rio Preto. A abertura da unidade à visitação aconteceu em 2002.

A unidade de conservação reúne as terras das antigas fazendas Boleiras, Alecrim e Curral. Nessas fazendas eram exploradas atividades de pecuária de corte e extração de sempre-vivas, garimpo e coleta de frutos silvestres.

Infra-estrutura

O Parque possui uma das mais completas infra-estruturas em unidades de conservação de Minas Gerais que inclui portaria, estacionamento e restaurante. O Centro de Visitantes possui um auditório para 70 pessoas, duas salas de reunião para 30 pessoas cada e uma sala para exposições.

Doze alojamentos podem abrigar até 49 pessoas e a área de camping comporta até 15 barracas e possui ainda quiosques, churrasqueiras, lavatório de pratos e roupas, vestiários e fonte de água potável.

Visitação: Os alojamentos e a área de camping devem ser reservadas com antecedência junto à administração do parque. Horário de visitação: 7 às 17 horas. Telefone: (38) 3531.3919.

Como chegar: A partir de Belo Horizonte, seguir a BR 040 no sentido de Brasília e, depois, acessar a BR 259 até Curvelo. Daí, seguir pela BR 367, sentido Diamantina. Após a cidade de Couto Magalhães, entrar na MG 214 até São Gonçalo do Rio Preto, por estrada de terra batida. De São Gonçalo até a portaria do Parque são 14 Km de estrada bem sinalizada. Distância de Belo Horizonte: 355km.


Daqui exatos 10 dias se iniciará a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, que é homenageada pelos Correios nesse selo especial, além de outros produtos que neste ano os Correios prepararam devido ao evento.

domingo, 7 de julho de 2013

BR-0023 Parque Estadual da Serra das Araras

Vamos começar a semana com a beleza paradisíaca e ecológica das Veredas...

friend Léo


O Parque Estadual da Serra das Araras, criado em 1998 por Decreto Estadual do Governo do Estado de Minas Gerais, se destaca, pelos seus paredões, seus diversos ecossistemas considerados como de preservação permanente (veredas, matas ciliares, nascentes e topos de morros) e seus sítios geomorfológicos que funcionam como habitat e criadouro natural de espécies de araras ameaçadas de extinção (arara-vermelha e arara-canindé), que dão nome a serra.

A região é preenchida por inúmeras Veredas (cabeceiras pouco profundas), que fornecem alimento e abrigo para a reprodução de treze espécies da fauna ameaçadas de extinção e paisagens naturais de grande valor. Sua cobertura vegetal é formada predominantemente pelo cerrado e ecossistemas associados (matas ciliares e veredas). Dentre as espécies ocorrentes no cerrado, destacam-se aquelas cujos frutos são utilizados pela fauna como alimento: fava d'anta, mangabeira, pequi, jatobá-de-cerrado, araçá, gabiroba, dentre outras. Nas veredas e matas ciliares há presença marcante da palmácea buriti e da pindaíba.

A riqueza do cerrado em espécies com frutos e flores comestíveis, bem como os abrigos que o arenito da borda das chapadas propicia contribuem particularmente para a preservação da avifauna, em especial das espécies arara-vermelha e arara-canindé.

Entre os mamíferos, o destaque é para o veado-galheiro ou sussuapara, espécie extremamente rara em Minas Gerais, que ocupa as áreas alagadas das veredas, além do veado-campeiro, onça-parda, jaguatirica, gato-mourisco, lontra, tatu-canastra e o tamanduá-bandeira.

Com área total de 11.137 hectares, está inserido no município de Chapada Gaúcha, extremo noroeste do Estado.



Discretamente, o Léo vai me regalando também com os selos da Série Comemorativa dos 350 anos do correio brasileiro de 2013! Aqui, o 17º da série, com o início da Triagem Mecânica de correspondências, em 1940, com as máquinas holandesas TRANSORMA, instaladas no Correio Geral do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

BR-0022 Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato

Esse tá aberto para visitação e fica ao lado da Rodovia BR-040, não há como não visitar (ah, seu falastrão, você mesmo nunca visitou...)!

friend Léo

A gruta Rei do Mato, situada no município de Sete Lagoas, região metropolitana de Belo Horizonte, passou a ser Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato. A Lei Estadual nº 18.348/2009, define a área como Unidade de Proteção Integral, na categoria de Monumento Natural Estadual. A unidade fica sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e caberá ao órgão as medidas necessárias para administrar o Monumento.

O Monumento, com uma área de cerca de 140 hectares e perímetro de aproximadamente cinco mil metros, receberá uma série de investimentos em infraestrutura para recepção turística e proteção aos sítios naturais. 

O gerente da UC explica que o Monumento fará parte da Linha Lund, um projeto desenvolvido pelo Governo de Minas, através do IEF e da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais, com a intenção de criar um circuito turístico pela região cárstica do entorno da capital mineira, formado principalmente pelas grutas Lapinha, em Lagoa Santa; Maquiné, em Cordisburgo; e Rei do Mato, em Sete Lagoas.

A Gruta Rei do Mato está sob tutela do poder público desde 1984, com o objetivo de proteger a fauna, a flora, os monumentos naturais e as cavidades e abrigos com vestígios espeleológicos, paleomeríndios e jazidas arqueológicas ou pré-históricas de qualquer natureza na área de sua circunscrição.

Monumento Natural

É uma categoria de unidade de conservação do grupo de uso sustentável, com o objetivo básico de preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. Esse tipo de espaço pode ser constituído por áreas particulares desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários.



O selo é o quinto de 24 diferentes que compõem a série especial comemorativa aos 350 anos do correio brasileiro, neste ano de 2013; no caso, comemora-se o ano de 1843, quando se lançaram os primeiros selos postais brasileiros: os Olhos-de-Boi. Com mais de 9 milhões de unidades emitidas, é um dos mais disputados selos na filatelia mundial, com exemplares atualmente variando de R$ 70,00 a R$ 2.310.000,00 (conforme o Clube Filatélico do Brasil)!!! São 170 anos de história...

Ah, outro dia até enviei um postal com um Olho-de-Boi, adquirido junto a Schimittstamps:


Um forte abraço aos amigos e amigas que acompanham o nosso blog! Obrigado Leonardo por enriquecê-lo mais e mais!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

BR-0021 Parque Estadual da Serra do Papagaio

Começando o mês, aproveitando o friozinho...



O Parque Estadual da Serra do Papagaio abriga um importante remanescente de Mata Atlântica do Estado. Localizado na Serra da Mantiqueira, possui formações mistas de campos, matas e áreas de enclave com matas de araucária. Foi instituído pelo Decreto Estadual nº. 39.793/1998, com 22.917 hectares abrangendo os municípios de Aiuruoca, Alagoa, Baependi, Itamonte e Pouso Alto.

Na unidade de conservação, concentram-se as nascentes dos principais rios formadores da bacia do Rio Grande, responsável pelo abastecimento de grandes centros urbanos do sul de Minas.

Engloba importantes conjuntos montanhosos das Serras do Garrafão e do Papagaio, apresentando cerca de 50% da área com declividade acentuada e altitudes acima de 1.800 m. As encostas mais elevadas localizam-se no sul (Morro da Mitra do Bispo com 2149 m) e ao sudoeste (Pico do Bandeira com 2357 m na Serra do Papagaio). Situa-se numa área de rochas ígneas ácidas, representadas por granitos de granulação fina e grosseira. Interliga-se, geograficamente, com a porção norte do Parque Nacional do Itatiaia, permitindo uma proteção mais efetiva da flora e da fauna, por compor um conjunto montanhoso contínuo, legalmente preservado.

O Parque é uma importante reserva de diversas espécies de mamíferos, aves e anfíbios, convivendo e se reproduzindo graças á riqueza de ambientes e abrigos existentes. Destacam-se o mono carvoeiro, o lobo-guará, o papagaio do peito roxo e a onça parda.



O especial selo alude à Luta contra a Discriminação Racial, editado pelos Correios em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e lançado dia 21 de março de 2013. O selo destaca a conscientização da valorização da população negra, a qual é parte importante da história do Brasil, sendo a Luta Contra a Discriminação Racial uma forma de promover a cultura da inclusão e da igualdade entre os homens. A folha completa ou somente a quadra pode ser adquirida diretamente na Loja Virtual dos Correios.

sábado, 29 de junho de 2013

BR-0020 Monumento Natural Estadual Peter Lund

O Léo tá certo: Como é que a gente mora em uma região sem, muitas vezes, conhecer todas as suas belezas naturais? Com a região Centro-Norte de Minas aconteceu comigo e com o meu caro amigo, exemplo real em relação a este postal.


O Monumento Natural Estadual Peter Lund foi criado pelo Decreto Estadual nº. 44.120/2005, no município de Cordisburgo, com o principal objetivo de proteger a popular Gruta do Maquiné e o seu entorno. Com uma área de 72,7389 hectares, homenageia o paleontólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund.


domingo, 23 de junho de 2013

BR-0018 Parque Estadual Veredas do Peruaçu

Mais um Parque de Minas, o imponente Veredas do Peruaçu. Aqui não se vislumbra as veredas maravilhosas desse santuário, com outras tomadas que há pelo ilustre Evandro Rodney, mas faça uma busca pela net ou uma viagem virtual pelo Google Earth, isso se você não se prontificar a ir ao norte de Minas... As Veredas são a minha fitofisionomia preferida, e me orgulho de já ter trabalhado pela preservação de alguns hectares delas... Obrigado Leonardo!

friend Léo


Criado pelo Decreto Estadual nº. 36.070, de 27 de setembro de 1994, com uma área total de 30.702 hectares, o Parque Estadual Veredas do Peruaçu abriga um complexo de veredas e lagoas, formando um ambiente de textura argilosa. Destaca-se a vereda do Peruaçu, que dá origem ao nome da unidade de conservação (significa 'gruta grande'), com seus 37 quilômetros de comprimento decorados por palmeiras e burtis de até 20 metros de altura. Outras das veredas de menor extensão também são encontradas no Parque como a Comprida, dos Lopes, da Lagoa Azul, da Passagem, da Cruz entre outras.

A unidade de conservação abriga ainda seis lagoas: Jatobá, dos Patos, do Meio, Junco, Carrasco e do Jacaré. A vegetação do Parque é a Caatinga, o Cerrado e as florestas, geralmente matas ciliares responsáveis pela conservação do curso das águas do Rio Peruaçu. As principais espécies presentes na mata são a aroeira do sertão, a braúna, o pau-preto e uma variedade e quantidade de plantas medicinais.

A fauna é rica e diversificada, com destaque para a ocorrência de lobos-guará, cotias, jaguatirica, ariranhas, antas, mico-estrela, veados-campeiros e sussuaparas. Também são encontradas onças pardas, tamanduás-bandeira, caititus, tatus, pacas, jacarés, jararacas, cascavéis e sucuris, dentre outros.

Há mais de 250 pássaros catalogados no interior do parque, entre eles esta a ‘maritaca', o ‘quem-quem' e aves endêmicas do entorno, como o ‘sebinho de fronte vermelha', a ‘maria-preta' e o ‘arapaçu do rio São Francisco'.

As belezas naturais do parque foram esculpidas pelas águas e podem ser apreciadas nas rochas calarias, que formam uma zona cárstica de grutas e cavernas sendo difícil listar a mais importante, em função da variedade e riqueza pontual de cada uma.



O selo comemora a edição de 2013 da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco. No valor facial de R$ 1,20, o selo teve uma emissão de 600.000 unidades.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

BR-0017 Parque Estadual do Pico do Itambé

Continuando o projeto "Parques de Minas", vamos viajando por belezas naturais protegidas no Estado de Minas Gerais... Obrigado Léo!

friend Léo


Com uma área total de 4.696 hectares, dentro de três municípios, a saber, Santo Antônio do Itambé, Serro e Serra Azul de Minas, o Parque Estadual do Pico do Itambé possui riquezas naturais como cachoeiras, cursos d'água e vegetação únicas. Abrange em seus domínios, várias nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce. No Parque situa-se o Pico do Itambé, com seus 2.002 metros, um dos marcos referenciais do Estado.

Campos rupestres de altitude e cerrado compõem a cobertura vegetal nativa do Parque. Nos fundos de vales ocorrem manchas de solos de aluvião, de maior fertilidade, sobre os quais se desenvolve exuberante mata pluvial altimontana, onde podem ser encontradas espécies como o pau-d'óleo, a sucupira, o ipê, o cedro, o jatobá, o ingá e a candeia, entre outras. Nos campos de altitude ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas.

Uma fauna bastante rica relaciona-se com a diversidade florística e com os recursos hídricos. Dentre os animais, constantes da lista oficial de animais ameaçados de extinção, destacam-se a onça-parda e o lobo-guará.

Vamos curtir sua página no Facebook?



O selo é o primeiro de 24 diferentes que compõem a série especial comemorativa aos 350 anos do correio brasileiro, neste ano de 2013; no caso, comemora-se o ano de 1663, quando se iniciou regularmente a atividade postal no Brasil. Puxa, mais de 160 anos após o descobrimento?! Mas e a Carta de Pero Vaz de Caminha?! Ah, é verdade, preste atenção no advérbio regularmente...

terça-feira, 18 de junho de 2013

BR-0016 Parque Estadual do Ibitipoca

O meu caro amigo Léo nos proporciona mais uma maravilha que, em suas palavras, é o parque mais bonito de Minas (pelo menos dos que ele conhece pessoalmente)...

friend Léo



O Parque Estadual do Ibitipoca está localizado na Zona da Mata, nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca. Ocupa o alto da Serra do Ibitipoca, uma extensão da Serra da Mantiqueira.Com uma área de 1.488 hectares, a unidade de conservação está no local onde se dividem as bacias do Rio Grande e do Rio Paraíba do Sul.

Foi criado em 4 de julho de 1973, pela Lei nº 6.126. ‘Ibitipoca’, palavra tupi-guarani, significa Serra Fendida. É o Parque mais visitado do Estado, um dos mais conhecidos do Brasil e a principal atração da região.

Patrimônio natural

A Ponte de Pedra, a Janela do Céu, a Gruta dos Três Arcos e o Pico do Pião são apenas alguns dos atrativos de Ibitipoca que abriga ainda mirantes, grutas, praias, piscina natural, cachoeiras, picos e as belas cachoeiras e piscinas naturais formadas pelos Rios do Salto e Vermelho e o Córrego do Monjolinho. O pico da Lambada, também conhecido como Ibitipoca, com 1.784 metros de altitude, oferece uma vista panorâmica inigualável.

A fauna é rica, com a presença de espécies ameaçadas de extinção, como a onça parda, o lobo guará e o primata guigó. Aparecem também os macacos barbado, sauá (sagui), o papagaio do peito roxo, o coati, o andorinhão-de-coleira falha, entre outros. Dentre os anfíbios encontra-se uma espécie de perereca, a "Hyla de Ibitipoca", que foi identificada pela primeira vez na região.

Diversas espécies da flora são encontradas na unidade de conservação como orquídeas, bromélias, candeias, líquens e samambaias. Um traço marcante da vegetação no Ibitipoca são as "barbas-de-velho", uma espécie de líquen verde-água, que pende dos galhos das árvores, provocando um belo efeito visual. Os campos rupestres constituem uma grande extensão de vegetação do Parque.

Infraestrutura

As edificações do Parque Estadual de Ibitipoca passaram por recente reforma e novas instalações melhoraram ainda mais a infra-estrutura de apoio a visitantes e pesquisadores.O Parque possui portaria, estacionamento, área de camping, restaurante, Centros de Visitantes, de Administração e de Pesquisas, casa de hóspedes e alojamentos destinados a pesquisadores e funcionários. As obras foram realizadas com recursos do Projeto de Proteção da Mata Atlântica de Minas Gerais (Promata/MG) que investiu cerca de R$ 2 milhões.

Visitação

O IEF teve de limitar o número de visitantes ao Parque para implementar medidas para a proteção e dos atributos naturais e da biodiversidade local. Algumas trilhas secundárias estão fechadas à visitação. Atualmente, o número está limitado a 300 pessoas, de segunda a sexta-feira, e 800 por dia nos sábados, domingos e feriados. Na área de camping, está autorizada a permanência de dez barracas (30 pessoas) de segunda a sexta. Nos sábados, domingos e feriados o limite é 15 barracas (45 pessoas). O Parque não faz reservas para a área de camping. A ocupação é feita por ordem de chegada. O parque possui restaurante.

Conheça também o site turístico de Conceição do Ibitipoca.



O especial selo alude à Luta contra a Discriminação Racial, editado pelos Correios em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). O selo destaca a conscientização da valorização da população negra, a qual é parte importante da história do Brasil, sendo a Luta Contra a Discriminação Racial uma forma de promover a cultura da inclusão e da igualdade entre os homens. A folha completa ou somente a quadra pode ser adquirida diretamente na Loja Virtual dos Correios.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

BR-0015 Parque Estadual do Rio Doce

Tive o despautério em passar na frente dos já recebidos postais que o Léo me enviou, mas que ainda não estão no blog, por causa das especificações do postal, do selo e do carimbo postal.

friend Léo


O Parque Estadual do Rio Doce está situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo.

A unidade de conservação abriga a maior floresta tropical de Minas, em seus 35.970 hectares e é a primeira unidade de conservação estadual criada em Minas Gerais. O Decreto Lei nº 1.119, que criou oficialmente o Parque, foi assinado 14 de julho de 1944.

Patrimônio Natural

Árvores centenárias, madeiras nobres de grande porte e uma infinidade de animais nativos compõem o cenário de um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica, no Brasil: o Parque Estadual do Rio Doce.

Com um notável sistema lacustre, composto por quarenta lagoas naturais, dentre as quais destaca-se a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 km2 e profundidade de até 32,5 metros, o Parque proporciona um espetáculo de rara beleza. As lagoas abrigam uma grande diversidade de peixes, que servem de importante instrumento para estudos e pesquisas da fauna aquática nativa, com espécies tais como bagre, cará, lambari, cumbaca, manjuba, piabinha, traíra, tucunaré, dentre outras.

No Rio Doce é possível encontrar espécies da avifauna como o beija-flor besourinho, chauá, jacu-açu, saíra, anumará, entre outros. Animais conhecidos da fauna brasileira também são freqüentes no Parque. A capivara, anta, macacos-prego, sauá, paca e cotia, bem como espécies ameaçadas de extinção como a onça pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior primata das Américas.

Com o objetivo de aproveitar a riqueza da flora, de forma sustentável, o parque possui um herbário, que possibilita a identificação de espécies principalmente através da análise de suas características morfológicas, constituindo a base de pesquisas taxonômicas.

História pra contar

As primeiras iniciativas no sentido de preservar o Parque Estadual do Rio Doce surgiram no início da década de trinta, pelas mãos do arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, conhecido como bispo das matas virgens. Mas só em 1944 tornou-se oficialmente Parque, o primeiro de Minas Gerais.

Infra-estrutura

O Parque oferece uma completa infra-estrutura para atendimento a turistas e pesquisadores. Portaria, estacionamento, área de camping, vestiários, restaurante, anfiteatro, Centro de Visitantes, Centro de Pesquisas, Viveiro, posto de Polícia de Meio Ambiente.

(Fonte: Instituto Estadual de Florestas)

Visite também o blog dos Amigos do Parque do Rio Doce!


O selo é um dos 24 diferentes que compõem a série especial comemorativa aos 350 anos do correio brasileiro, neste ano de 2013; no caso, traz o Telégrafo Bréguet, o nono da série pois foi um dos modelos de telégrafo instalados no Brasil, em 1852, além do Morse.

O Carimbo Postal é exclusivíssimo da Agência Filatélica de Uberlândia. Apresenta a imagem do Coreto da Praça Clarimundo Carneiro. O símbolo impresso desde o dia 28 de novembro de 2012 nas cerca de 20 correspondências postadas no local diariamente, na maioria dos casos, é usado para fazer as peças filatélicas de interesse dos colecionadores. O carimbo foi entregue à cidade graças à longevidade e atuação do Clube Filatélico e Numismático de Uberlândia, há 46 anos ininterruptos em funcionamento.