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sábado, 20 de julho de 2013

BR-0027 Parque Estadual da Serra do Rola-Moça

O interessante desse parque também é a origem do seu nome, Rola-Moça: originou-se de conto popular e foi imortalizado no poema "A Serra do Rola-Moça" de Mário de Andrade mais tarde musicado por Martinho da Vila em 1987 no disco "Coração de Malandro". O poema conta a história de um casal que após seu casamento atravessou a Serra voltando para casa. O cavalo em que a moça estava pisou em falso no cascalho e a dupla despencou ladeira a baixo e o marido chicoteando seu cavalo partiu ribanceira abaixo atrás da moça e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou" (Wikipédia).

friend Léo

O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma das mais importantes áreas verdes do Estado. Situado na região metropolitana de Belo Horizonte, é o terceiro maior parque em área urbana do país e abriga alguns dos mananciais que abastecem a capital.

O nome do Parque foi contado em "causo" e imortalizado por Mário de Andrade em um poema que relata a história de um casal que, logo após a cerimônia de casamento, cruzou a Serra de volta para casa. No caminho, o cavalo da moça escorregou no cascalho e caiu no fundo do grotão. O marido, desesperado, esporou seu cavalo ribanceira abaixo e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou".

A unidade de conservação está localizada nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho e foi criada em 27 de setembro de 1994, coma publicação do Decreto 36.071.

Patrimônio Natural

Os 3.941,09 hectares do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça são habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção como a onça parda, a jaguatirica, lobo-guará, o gato-do-mato, o macuco e o veado campeiro.

O Parque está situado numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, rico em campos ferruginosos e de altitude.  A vegetação diversificada proporciona ao Parque um colorido especial e um relevo peculiar, sendo encontradas espécies como orquídeas, bromélias, candeias, jacarandá, cedro, jequitibá, arnica e a canela-de-ema, que se tornou o símbolo do Parque. Recentemente descrito pela geologia, o Campo Ferruginoso é muito raro, sendo encontrado apenas em Minas Gerais, no quadrilátero ferrífero, e em Carajás, no Estado do Pará.

O Parque abriga seis importantes mananciais de água - Taboões, Rola-Moça, Bálsamo, Barreiro, Mutuca e Catarina - declarados pelo Governo Estadual como Áreas de Proteção Especial. Eles garantem a qualidade dos recursos hídricos que abastecem parte da população da região metropolitana de Belo Horizonte. Para assegurar a proteção destes mananciais, esta área não está aberta à visitação pública.

Infra-estrutura

Na entrada de Nova Lima, o Parque possui um Centro de Visitantes com auditório, para 90 pessoas, salas para reuniões e para Polícia de Meio Ambiente. Na entrada pelo Barreiro, em Belo Horizonte, há outro Centro de Visitantes com auditório para 60 pessoas, salas da administração, além de residências para funcionários e casa do Grupamento de Polícia de Meio Ambiente.

Visitação:

O Parque não possui área de camping e a visitação deve ser feita no período diurno.


E vamos prosseguindo na história dos 350 anos dos Correios! Eis o 13º da série comemorativa, onde se data 1878, ano da construção do primeiro edifício dos Correios, na cidade do Rio de Janeiro, que funciona até hoje como Agência Central da cidade.

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